Jogos que marcaram a minha infância: Parte 3

Postado por Dreaming Dolls em: outubro 8, 2010 às 8:40 pm

Este post é o terceiro de uma série de posts sobre os jogos que marcaram a minha infância. Perdeu as outras partes? Então confira a parte I e a parte II.

Estão gostando desta série de posts? No post de hoje vou comentar sobre mais dois jogos que estão entre os 10 jogos que marcaram a minha infância. Um deles é uma incrível série de jogos para computador, que teve versões lançadas para diversas outras plataformas, inclusive para o iPhone recentemente. O outro jogo é um clássico da década de 90, que está chegando com uma versão novinha em folha para o console Wii.

Vamos à lista:

4. Série Myst

Myst foi criado pelos irmãos Rand e Robyn Miller em 1993, e teve 4 sequências, das quais joguei apenas duas: Riven e Exile. Até 2002 foi o jogo mais vendido para computadores, tendo sido superado apenas pela série The Sims. É difícil definir Myst: é uma espécie de aventura em primeira pessoa. Na verdade, Myst é muito mais do que isso. São desafios extramente bem bolados, tendo uma história envolvente como pano de fundo. É do tipo de jogo que você não consegue largar até tê-lo completado.

“And so I close, realizing that perhaps, the ending has not yet been written.”

Na primeiro jogo, conhecemos a ilha de Myst e sua história. Você é um estranho que foi transportado para a ilha após encontrar um dos livros escrito por Atrus, o criador deste fantástico mundo. É através dos Livros dos Elos que ele consegue trazer estes mundos do papel para a realidade e se transportar por todas as eras que criou. Logo no começo do jogo você descobre que Sirrus e Achenar, filhos de Atrus, encontram-se presos, cada um em um Livro dos Elos. Eles afirmam que Atrus está morto e imploram para que você os liberte. A partir daí você deve desvendar diversos quebra-cabeças até chegar a uma conclusão sobre o que deve ser feito. O jogo tem finais alternativos, dependendo das escolhas que toma durante a jornada. Veja o trailer.

“If this all goes well, that I might be able to get you back to place that you came from.”

Riven, lançado em 1997, é a primeira sequência do jogo original, e, na minha opinião, o melhor dos jogos. Nesta continuação, Atrus pede que você resgate sua esposa Catherine, sequestrada por Ghen, que descobrimos mais tarde ser o pai de Atrus. Atrus conta com sua ajuda, pois não pode parar de escrever no Livro de Riven, ou então esta Era seria completamente destruída. Atrus lhe dá instruções de como proceder e pede que o contate se encontrar Catherine para que ele possa trazê-los de volta. É neste jogo conhecemos a civilização de D’ni, sua cultura e costumes. Não dá para negar que a história toda foi muito bem pensada, inclusive nos mínimos detalhes. Assim como Myst, Riven também tem finais alternativos. Veja um dos trailers.

“I’ve opened the door for my dreams to escape. I only hope that my nightmares don’t follow.”

Exile é o terceiro jogo da série e foi lançado em 2001. A história se passa alguns anos após a de Riven. Atrus tem uma nova filha e o convida para conhecer sua mais nova criação: o mundo de Releeshahn, um abrigo para os sobreviventes da civilização D’ni. Tudo parece estar bem, até que surge Saavedro e rouba o livro de Releeshahn e jura vingança sobre Atrus, acusando-o de ter matado sua família e destruído a Era em que vivia: Narayan. Na verdade o crime foi cometido vinte anos antes pelos filhos de Atrus. É sua missão recuperar o livro, antes que Saavedro o destrua e estabelecer a paz entre os povos. Mais uma vez o jogo possui vários finais alternativos. Assista ao trailer.

Onde encontrar:
É muito raro encontrar o jogo em estoque nas grandes lojas online daqui do Brasil, mas é possível importar pelo Amazon.com ou comprar usado no Mercado Livre.

5. Trilogia Donkey Kong

Garanto que muita gente aqui já ouviu falar deste macaco simpático. Donkey Kong surgiu no Atari em 1982, mas foi apenas no Super Nintendo que sua popularidade explodiu. Considerado um clássico da Nintendo, o objetivo do jogo é passar pelas fases, colecionando bananas e bônus e derrotando os inimigos. Ao final de cada “ilha” há um inimigo maior a ser enfrentado. No entanto, o grande inimigo de Donkey Kong é o Capitão K. Rool. No primeiro jogo da série para o Super Nintendo, K. Rool rouba as bananas de Donkey Kong e é seu objetivo recuperá-las. Já em Diddy’s Kong Quest, K. Rool captura Donkey Kong e Diddy e Dixie devem salvá-lo.

Eu joguei os três jogos para SNES e, sem dúvidas alguma, o meu favorito é o Donkey Kong 2. Os desafios são super elaborados e é uma delícia tentar colecionar todas as moedas e fechar o jogo com 102%. Mas não dá para negar que todos eles têm o seu charme. Donkey Kong é um jogo para agradar a todos os públicos, e não é a toa que fez tanto sucesso. Outra detalhe apaixonante desta série de jogos é a trilha sonora. Na minha opinião, a melhor entre todos os jogos de Super Nintendo.

Onde encontrar:
Como o jogo não é mais comercializado, você pode fazer o download aqui:
- Donkey Kong Country
- Donkey Kong Country 2: Diddy’s Kong Quest
- Donkey Kong Country 3: Dixie’s Kong Double Trouble
- Emulador ZSNES

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Categoria: Jogos

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5 Comentários

Por Cristine em outubro 8, 2010 @ 8:47 pm

Myst é sensacional, um dos jogos mais legais em termos de visual e história, e cheio de quebra-cabeças e desafios de lógica. Daria alguns filmes excelentes…

E o Donkey Kong é uma gracinha… :-)

Beijos!

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Por Patricia em outubro 9, 2010 @ 12:16 am

Misty: Nunca joguei… Mas vi você jogar! MUHAHA
Eu gosto desse tipo de jogo, apesar de ser meio noob para responder. eu jogava outros nesse estilo.

DK: Jogo mais agora do que jogava no passado! huahuahua

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Por Mew Mint em outubro 9, 2010 @ 4:23 pm

Ah, cara, Donkey Kong Country. Nunca joguei, mas vi o gameplay e me deu muuita vontade de jogar rs.

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Por Rato de Biblioteca » Blog Archive » Semana do Rato em outubro 11, 2010 @ 2:54 pm

[...] [...]

Por Ciça&Cla em outubro 26, 2010 @ 8:38 pm

donkey kong é realmente um clássico; nos fez lembrar do tempo em que jogávamos nintendo 64 … bons tempos :)

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